BABO (Alexandre).— HÁ UMA LUZ QUE SE APAGA. Três actos de... 1951. [Imprensa Portuguesa. Porto]. In-8.º gr. de 152-II págs. B.
Primeira e invulgar edição, com uma carta facsimilada de José Régio “sem qualquer intenção de ser publicada e não sofreu, por isso mesmo, agora, nenhuma alteração”. Retrato de Alexandre Babo por Carlos Carneiro. “Crítico teatral, ficcionista e dramaturgo. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, exerceu advocacia no Porto e, a partir de 1965, em Lisboa. Permaneceu um ano em Londres (1959) como bolseiro da Fundação Gulbenkian, tendo sido colaborador da BBC e correspondente do ‘Jornal de Notícias’, onde continuou a colaborar como crítico de teatro depois do seu regresso a Portugal em 1961 e até 1974. Desenvolveu intensa actividade teatral, nomeadamente através da fundação, com António Pedro, do Teatro Experimental do Porto, de que se desligou em 1960 para colaborar na criação do Grupo de Teatro Moderno do Clube dos Fenianos do Porto.” [in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses].
VALORIZADO COM INTERESSANTE DEDICATÓRIA DO AUTOR A ALBERTO DE SERPA.