DESCRIÇAO TOPOGRAFICA DE VILA NOVA DE GAIA

AZEVEDO (Joao Antonio Monteiro e)

1813
Ref: 32797|Vendido
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DESCRIÇAO TOPOGRAFICA DE VILA NOVA DE GAIA

AZEVEDO (João António Monteiro e).— DESCRIPÇÃO TOPOGRAPHICA DE VILLA-NOVA DE GAYA, E DA SOLEMNISSIMA FESTIVIDADE, QUE EM ACÇÃO DE GRAÇAS PELA GLORIOSA RESTAURAÇÃO DE PORTUGAL SE CELEBROU NA IGREJA MATRIZ DA MESMA VILLA NO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 1808. Terceira Edição. Na qual, além de hum grande numero de Notas assás curiosas, que já se havião impresso na segunda, se corrigem não só todas as faltas desta, mas se addicionaõ outras noticias de novo, e atégora ineditas, que a tornão mui interessante, e superior ás primeiras. Offerecida a S. A. R. O Principe Regente Nosso Senhor por… Lisboa: Na Impressão Regia. Anno de 1813. In-8.º gr. de 74 págs. E.

Terceira edição, revista e acrescentada com nova «Advertencia Preliminar» e duas “Cartas Regias, que para testemunho indelevel da fidelidade dos Portuenses, dirigira o Principe Regente Nosso Senhor ao Clero e Camara da Cidade do Porto […]”.
Da ‘Advertência’: “Para que esta nova edição ficasse mais pulchra, tomei o expediente de manda-la imprimir a Londres. Apezar porém desta revolução, não correspondeo o effeito ás minhas esperanças, tanto pelas faltas typograficas, de que ella abunda, como por não chegarem a tempo de imprimir-se varios retoques e addições, que posteriormente enviára, Estes fataes accidentes comtudo, inda que proprios a impacientar-me, não erão todavia assás poderosos para me obrigarem a outra edição. Apportando porém do Rio de Janeiro as duas Cartas Regias, que para testemunho indelevel da fidelidade dos Portuenses, dirigira o PRINCIPE REGENTE NOSSO SENHOR ao Clero e Camara da Cidade do Porto, estes gloriosos e honorificos Padrões, (de que tambem participa Villa-Nova de Gaya, por formar huma parte da mesma Cidade) de tal sorte me enlevárão. apenas os vi, que sem olhar para o custo de huma nova edição, e tendo só em vista a gloria da minha patria, me decidi a imprimi-la pela terceira vez, não tanto para corrigir a edição de Londres, como para publicar as ditas Cartas Regias […] e armar deste modo os meus Concidadãos contra todos os ataques da maledicencia e da calumnia; bem que já assás tibios e importantes, depois que o Venerando Accordão da Alçada, proferido em 27 de Fevereiro de 1810, os justificou da maneira a mais brilhante, declarando ás presentes e futuras gerações: “ que nos ditos tumultos e lastimosas atrocidades (palavras formaes do Accordão) não tiverão parte os honrados moradores desta Cidade […].”

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