DURO (José).- FEL. (1898). 1916. Guimarães & Cª. Lisboa. In-8º de 111-I págs. E.
Sobre o autor observou Santos Tavares: "é o poeta do sentimento tornado bolor, da mágoa feita em fel, da esperança vivida em pavor, da súplica ardendo raiva, da flor venenosa, do beijo impuro; poeta da catástrofe, da paixão-desgraça, da nostalgia-desespero». Prefácio de Albino Forjaz de Sampaio e textos finais de Santos Tavares e Mayer Garção. Segunda edição.
Encadernação com a lombada em pele, decorada com discretos ferros a seco e ouro.