EM quanto a continuaçao dos motivos que fizerao necessario levantar o Meu Exercito ao pé de Guerra conveniente para manter nas actuaes circunstancias da Europa
PORTUGAL. João (Príncipe Regente) [1792-1816].— [PROMOÇÕES MILITARES]. FAZENDO-SE indispensavel para occorrer aos differentes objectos do Serviço Militar, que exigem mais prompta providencia, o prover alguns Póstos do Meu Exercito, antes que Eu Mande expedir as Promoções Geraes das differentes Armas […] e desejando evitar o prejuizo, que por esta anticipaçaõ resultaria para as antiguidades respectivas daquelles Officiaes, cujas Promoções houverem de soffrer mais alguma demora: Soi servido Determinar, que todos os Officiaes do Meu Exercito, que forem promovidos durante este anno aos Póstos que estaõ a caber, se reputem promovidos na data do primeiro de Janeiro deste mesmo anno […]. Palacio de Quéluz em sinco de Fevereiro de mil oitocentos e sinco. [Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Impressor do Conselho de Guerra]. In-4.º gr. de IV págs. inums. B.
Ao alto da primeira página, com o brasão de Armas de Portugal. Decreto cuja execução foi ordenada pelo Príncipe Regente ao 2.º Duque de Lafões, “Meu Muito Amado, e Prezado Tio, do Meu Conselho de Estado, Marechal General dos Meus Exercitos, e General junto á Minha Real Pessoa (…)”, marechal general do Exército português, que comandou durante aquela que ficou conhecida como ‘Guerra das Laranjas’.