LEITÃO (Joaquim).— O ULTIMO MILAGRE DE SANTO ANTONIO. Pôrto. 1935. In-8.º de XXVIII-[II] págs. B.
“Poucas figuras portugêsas atingiram a esfera augusta da universalidade como o nosso Santo António. Simplesmente, de facto tão desvanecedor resulta a estranha consequência, neste caso, da dupla personalidade do Santo. Para desprevenidos ha dois Santo-Antónios: um de Lisboa e outro de Padua, um gordo, outro magro, um familiar, outro escuitado doutor da Igreja, um Agostinho outro Franciscano, um lendário outro histórico, um caseiro, frequentador de fontainhas, cantando pelas raparigas, outro solene, santificado pelos concilios, o milagrento e o erudito, o escolar e o mestre.Qual dêles, o autêntico? Ambos. (...)”.
Tem na capa e no frontispício a reprodução de uma gravura antiga representando Santo António. COM DEDICATÓRIA DO AUTOR A DENIS BORDALO PINHEIRO.