MAGALHÃES (José Maria Vilhena Barbosa de).— O PROCESSO DO BANCO ANGOLA E METROPOLE. Contra-minuta do Banco de Portugal no agravo de injusta pronúncia de António Ahrens Novais. Pelo advogado Barbosa de Magalhães. Estamparia do Banco de Portugal. Lisboa — 1928. In-8.º gr. de 112 págs. B.
Com interesse para a história do complexo e apaixonante processo de burla e falsificação do banco «Angola e Metrópole». “António Ahrens Novais era empregado da casa Alves Reis Ld.ª, quando começou a intervir nos actos de que trata êste processo. Embora inferior a Ferreira Júnior, era seu auxiliar e substituia-o nas suas faltas (...) e tinha, além disso, uma situação excepcional na casa, quer como irmão dum dos sócios da firma — Francisco Ahrens Novais, que estava quási sempre em África — quer como amigo de toda a confiança de Alves Reis. Quando êste esteve preso no Porto por causa da célebre questão da Companhia de Ambaca, foi o pai do agravante — Joaquim Novais, ou Joaquim da Costa Novais — quem valeu a Alves Reis (...)”.