HISTORIA DE EL REI DOM JOAO SEXTO

HISTORIA DE EL REI DOM JOAO SEXTO

1838
Ref: 40486|50.00
HISTORIA DE EL REI DOM JOAO SEXTO

HISTORIA D'EL-REI D. JOÃO SEXTO. ‘Em que se referem os principaes actos, e occurrencias do seu governo; bem como algumas particularidades da sua vida privada. Vertida do francez pelo Traductor da Cartilha do Bom Cidadão. [brasão com as armas de Portugal]. Lisboa. Typ. Patriotica de C. J. da Silva e Comp.ª. [...[. 1838. In-8.º de VI-220-II págs. B.

“Prologo do traductor: “Abrangendo a historia do Senhor D. João 6.º uma época das mais notaveis da monarchia portugueza, pelo variado quadro que representa das vicissitudes humanas, assentaram os eruditos redactores dos ‘Annaes biographicos’ em publicar separado o artigo, que sobre a mesma historia haviam inserido naquelles ‘Annaes’. Demonos pois ao trabalho de traduzir esta obrinha, por nos acharmos convencido tanto da sua importancia em si, como da utilidade de que ella se vulgarise hoje entre nós, tendo por acertado que appareçam agora os graves erros e indignidades,que ministros ignorantes, avaros, e condescendentes commetteram durante os dous anteriores reinados da Senhora D. Maria 1.ª e do Senhor D. João 6.º, sob o regimen do absolutismo, a despeito das mais rectas intenções destes monarchas, erros a que o paiz deve o estado de abatimento, a que ficou reduzido. Assim, poderá esta historia servir, por um lado, de triste conforto ao cidadão, que, amando sinceramente a liberdade, ha visto, com magoa, o partido constitucional dividido em fracções a desacreditar-se a si proprio, como que ostentando uma completa incapacidade; quando seus erros e deffeitos mais teem procedido da dura necessidade das cousas, e da inexperiencia dos negocios, do que da falta de civismo na mór parte dos homens das differentes cores politicas, que hão subido ao poder desde a restauração de 1833: E por outro, poder-nos-ha tambem servir de guia na senda, que devemos trilhar, mostrando-nos indirectamente a necessidade, que temos de ordem e estabilidade, para o que é mister deixarmos de correr após quimericas perfeições, ou de andar ensaiando a cada passo decantadas utopias, visto que os progressos, quando seguros, são sempre lentos como provenientes da civilização, illustração, e moral dos povos. [...]”.
Publicação bastante invulgar, registada por Ernesto do Canto no «Ensaio Bibliográfico» ou ‘Catálogo da Obras Nacionaes e Estrangeiras relativas aos sucessos políticos de Portugal nos annos de 1828 a 1834’ onde se refere que inclui, uma «Lista dos Senhores Assignantes».
Inocêncio: Dizem que o traductor d'esta 'Historia' foi o conselheiro João Paulo Pereira [...]. Em 1865 appareceu uma reimpressão d'este livro, dando-se como obra totalmente nova, porém não é mais que uma fiel reproducção.

Capa da brochura imperfeita; com rasgões na lombada e cantos.

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