AMORIM (Francisco Gomes de).— FÍGADOS DE TIGRE. Prefácio de Luiz Francisco Rebello. Imprensa Nacional-Casa da Moeda. [Lisboa. 1984]. In-8.º gr. de 207-IX págs. B.
A planta exótica que, mais de um século volvido, agora refloresce, apenas amarelecidas e desbotadas algumas das suas folhas e pétalas (...) irrompeu pela primeira vez entre as flores caseiras da pátria dramaturgia em Janeiro de 1857. Dádá, o surrealismo, Pirandello, o teatro do absurdo, ainda vinham longe. [...] Alguma vez o nosso teatro havia de adiantar-se ao resto do mundo. Obra integrada na «Biblioteca de Autores Portugueses».