ENQUANTO JACTOS E HIATOS

CASTRO (E. M. de Melo e)

1994
Ref: 40632|30.00
ENQUANTO JACTOS E HIATOS

CASTRO (E. M. de Melo e).- ENQUANTO [ ] [ ] JACTOS [ ] E HIATOS. poemas. Com Arte. [Universidade de S. Paulo. 1994]. [dim aprox. 18x18 cm.] com 48 ff. inums. B.

“A chave deste conjunto de poemas (texto único e contínuo?) é a descontinuidade enunciada no próprio título. Título que se integra no todo como uma das suas partes: o “jacto” inicial. Pelo “enquanto” assegura-se a continuidade que se teve de hiatos e de jactos: sucessivos sintagmas emocionais, que o leitor lerá articulando-os completando-os, decifrando-os. A chave do leitor: “hiatos” espaciais e sua sinalização gráfica, tanto quanto os “jactos”são a psicografia de um autor quese distancia ese dissolve no texto.
“No conjunto da sua produção poética, este livro tem o sabor visiual de uma re-posição do concreto: síntese neobarroca do verbal e do não-verbal na indeterminação icónica. A chave do leitor: “hiatos” espaciais e sua sinalização gráfica, tanto quanto os “jactos” são a psicografia de um autor que se distancia e se dissolve no texto.
“No conjunto de sua produção poética, este livro tem o sabor visual de uma re-posição do concreto: síntese neobarroca do verbal e do não-verbal na indeterminação icônica.”

Capa da brochura de Rodrigo d’Ávila Pimenta.

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