SELVAGEM (Carlos).— DULCINÉA OU A ÚLTIMA AVENTURA DE D. QUIXOTE. Farsa heróica em 5 jornadas com 2 quadros e prólogo. Ano da Graça de 1943. [Aliás 1944]. Editorial Aviz. In-8º de 248-II págs. E.
Peça representada pela primeira vez no Teatro Nacional D. Maria II, numa encenação de Amélia Rey-Colaço — com figurinos de Almada Negreiros e música de Ernesto Halfter — cujo elenco, entre outros, reuniu os mais destacados intérpretes da época entre os quais Alves da Cunha, Robles Monteiro, Raul de Carvalho, João Villaret, Amélia Rey-Colaço, Lucília Simões, etc. Peça de teatro encenada em pleno regime salazarista, onde o autor, associando a figura de D. Quixote à de ‘O Encoberto’, recria um personagem libertador de oprimidos e defensor da maior justiça social.
Capa da brochura ilustrada com bela gravura onde são representadas as figuras de D. Quixote e de Sancho Pança. Encadernação com lombada de pele vermelha decorada com ferros a ouro. Aparado e com as capas da brochura.