CHAVES (Luís).— DO BARRO SE FAZ A LOUÇA; NA LOUÇA SE COME O TRIGO... Edição da Federação Nacional dos Produtores de Trigo. Lisboa. 1953. In-8.º de 87-V págs. E.
"Na frescura destas páginas surgem a poesia e o espírito ingénuo e afloram tradições populares, numa lição confortante do mais puro portuguesismo [...]". Índice: I. «Quem há-de louvar a louça senão o louceiro?»: [1.A louça da cozinha e sua serventia: cantigas populares e poesia culta...; 2. Decoração da louça (arte popular)]. II. «Com quem tiver moinho a andar, — não te ponhas a soalhar»: [3. O moinho e a farinha; 4. As fases da faina agrícola do pão; 5. A sáfara das ceifas e segadas; 6. O adagiário agrícola do pão]. III. «O senhor é cozinheiro, O seu caldo cheira bem»: 7. A amassadura, a louça de uso, pão; 8. Culinária e doçaria (doces e petiscos). Edição limitada apenas a 1500 exemplares.
Boa encadernação com larga lombada de pele, decorada com múltiplas nervuras, rótulo e ferros gravados a ouro; carminado à cabeça e com as capas da brochura preservadas.