ANDRADE (Eugénio de).- VERTENTES DO OLHAR. Limiar. [Porto. 1987]. In-8.º gr. de 79-IX págs. B.
Entre o mais antigo poema deste livro ('Fábula', 1946) e o mais recente /'Aos inimigos', 1986) passaram quarenta anos. É uma vida à procura de uma voz. A melodia do homem nasce dessa busca incessante: descobre-se quando nos descobrimos. Não foi fácil: desaprender custa mais do que aprender. Estarei agora, ao menos, mais perto desse dizer que ajude os outros a falar? E. de A. Primeira edição portuguesa: a primeira foi publicada em Espanha no mesmo ano de 1987. Volume ilustrado com um retrato do poeta por Fernando Lanhas, integrado na colecção «Obra de Eugénio de Andrade», com direcção gráfica de Armando Alves.