FONSECA (Manuel Dias da).— A NOITE, O DIA, UM RIO. [Tipografia do Carvalhido. Porto. 1956]. In-8.º de 43-V págs. B.
Diz-se no «Dicionário Cronológico de Autores Portugueses» que “o seu convívio [de Manuel Dias da Fonseca] com outros poetas, sobretudo do meio literário portuense, de quem sempre esteve próximo (José Régio, Eugénio de Andrade, Marta Cristina de Araújo, Costa Barreto, Vítor Macedo Pinto e outros) talvez tenha contribuído para que a sua poesia se afirme marcada por um claro sentimentalismo lírico sem grandes ousadias formais, fora de escolas ou movimentos literários e de grande sinceridade expressiva, como se patenteia nos seus livros de poemas até hoje publicados.”