LIMA

BERNARDES (Diogo).- O LYMA // DE // DIOGO BERNARDES. // Em o qual se contém as suas // Eglogas, e Cartas. // ‘Derigido por elle ao Excellente // Principe, e Serenissimo Senhor’ // DOM ALVARO D’ALLEMCASTRO, // Duque D’aveiro &c. // [vinheta] // LISBOA: // Na Officina de Antonio Vicen- // te da Silva. // Anno de MDCCLXI. In-12.º de XII-275-I págs. E.

Invulgar edição setecentista de Diogo Bernardes, poeta da Ribeira-Lima. Acerca do Poeta e da sua Obra diz Maria de Lurdes Belchior: “A melancolia doce da paisagem minhota sentiu-a como poucos no seu tempo esse cantor dos rios. Poeta do Lima se lhe chama geralmente porque, sendo natural e vivendo muito tempo na ribeira do Lima, cantou particularmente aquele rio. Mas não foi só o Lima. Bernardes parece ter tido uma predileção especial pelas águas correntes: o Tejo, o Douro, o Mondego, o Leça, o Vez e quantos outros rios cintilam e murmuram nos seus versos (...)”.
Muito estimado livro da poesia clássica portuguesa, bastante invulgar nesta sua terceira edição.

Encadernação contemporânea de pele com restauros grosseiros. Insignificantes vestígios de traça no canto inferior direito das três primeiras folhas.

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