COSTA (Sousa).— FUI EU QUE MATEI? Romance. 1.º milhar. Livraria Editora Guimarães & C.ª. Lisboa. [S. d. - 1938?]. In-8.º de XI-[I]-273-III págs. B.
Romance precedido de um interessante texto dirigido a Júlio Brandão, intitulado «Palavras necessárias», onde o autor, justificando o romance, recorda um episódio passado no Vale da Ribeira de Oura, “lado de lá da nascente «Vidago n.º 1», durante um dia de caça à lebre. Romance baseado num erro judiciário causado pela acusação de parricídio, que começa com a fuga da condenada que se evadira da cadeia das ‘Mónicas’ em Lisboa e clandestinamente embarcou para a Argentina. “[...] filha única do assassinado, oficial do exército, enriquecido na gerência de companhias agrícolas, em Angola. Casado com a morgada da ‘Quinta do Crasto’, no termo de Vila Pouca de Aguiar, em regimen de separação de bens. é ela, filha única do casal, a sua universal herdeira. Mas, condenada por parricida, a filha perde a herança, a benefício do irmão. [...]”.
Capa da brochura ilustradaa cores, com um desenho de Raquel [Roque Gameiro].