CLÁUDIO (Mário).— DUAS HISTÓRIAS DO PORTO. Editoril Labirinto. [1986. Guide-Artes Gráficas, Lda.]. In-8.º de 36-II págs. B.
Do Prefácio de Joaquim Matos: Invicto persiste este Cláudio, este cicerone do nítido e do vago, recuperando o que nele há da cidade, no seu contorno de fuligem, limo e soro, dela nos fala, do corpo, que se agita «Das Torres ao Mar» e da alma, que o anima e transparece em «O Castelo e Vandoma», como se de si falasse. Dois textos: uma só personalidade. Duas escritas: uma só língua. Em que o Porto se desdobra sem clivagem colorindo-se de distâncias de granito e água. Não é fácil ler Mário Cláudio, mesmo quando o parece, mas é necessário e urgente.
Capa ilustrada a cores com a reprodução de uma aguarela de Jaime Isidoro.