CONTOS FANTASTICOS

PINTO (Silva)

1875
Ref: 4708|€75.00
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CONTOS FANTASTICOS

PINTO (Silva).— CONTOS PHANTASTICOS. [...]. Porto. Editor - J. de Mattos Carvalho. 1875. In-8.º de 113-III págs. E.

O autor, crítico literário, ensaísta, dramaturgo e romancista, foi um dos principais doutrinadores do Realismo-Naturalista. Com Magalhães Lima, Gomes Leal, Guilherme de Azevedo e Luciano Cordeiro, fundou a revista «O Espectro de Juvenal», tendo deixado fecunda colaboração na imprensa periódica da época (A Atualidade, Jornal da Tarde, O Ocidente, A Voz do Povo, Revista Literária e Revista do Norte).
‘Contos Fantásticos’ é uma obra integrada no movimento de literatura fantástica, em Portugal, também cultivada por Alexandre Herculano [A Dama Pé de Cabra]; Eduardo Augusto de Faria [A Estrela Brilhante]; Rebelo da Silva [A Torre de Caim]; Eduardo Augusto de Faria [A Feitiçeira do Douro]; Camilo Castelo Branco [O Esqueleto, Anátema, Mistérios de Lisboa, A Caveira, Livro Negro do Padre Dinis, Coisas Espantosas]; Aires Pinto de Sousa de Mendonça e Meneses [Rui de Miranda]; Émile Sauvestre [O Que há de ser no Ano Três Mil]; António José da Silva [Obras do Diabinho da Mão Furada]; Júlio César Machado [Uma récita do Roberto do Diabo];
Em Portugal, a designação de "conto fantástico" ganhou força sobretudo a partir de Teófilo Braga, que lançou a sua própria coletânea pioneira com o mesmo título em 1865. Quando Silva Pinto publica o seu livro dez anos depois, em 1875, o público leitor português estava fascinado pelas traduções e pelo estilo de autores europeus clássicos do sobrenatural, como o alemão E.T.A. Hoffmann e, de forma muito marcada, o norte-americano Edgar Allan Poe

Encadernação com larga lombada e cantos de pele, decorada a ouro com ferros fundidos a ouro; carminado à cabeça, conserva as capas da brochura eas restantes margens, intactas.

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