CÉRTIMA (António de).— [CARTA AUTÓGRAFA]. Datada de "Lisboa 24/11/924". Dim. 25,5 x 19,5 cm.
Carta manuscrita numa folha de papel timbrado, de cor, dirigida a Joaquim Madureira. Agradece "aquele grito de justiceira desafronta, intitulado «O Monumento aos Mortos da Guerra e o dever civico»" e oferece o seu livro «A Epopeia Maldita» e com ele pretende "manifestar [...] toda a solidariedade da minha alma da minha alma em nome do enorme e generoso sacrificio de todos os meus irmãos d'armas caídos nos campos de combate e cuja sagrada memoria repelirá para sempre o ridiculo contido no "heroico" funambulismo da lapide de Carlos Alberto".