[COUTO (António Maria do)].— BREVE ANALYSE DO NOVO POÊMA, QUE SE INTITÚLA ORIENTE: Por hum amigo do publico. [...] ‘Producção XXXV’ [vinheta tipográfica]. LISBOA. M.DCCC.XV. NA NOVA IMPRESSÃO DA VIUVA NEVES E FILHOS. ‘Com licença da Meza do Desembargo do Paço.’ In-8.º de 28-IV págs.
Invulgar folheto dado à imprensa sob anonimato revelado no catálogo da ‘Colecção Camoniana’ de José do Canto, que mereceu resposta de Agostinho de Macedo no opúsculo intitulado “A Analyse Analysada (Resposta a Couto)» [Impressão Régia, 1815]. Com este opúsculo procurou António Maria do Couto demonstrar que o Poema «Oriente» não he hum Poêma original, mas huma paródia servil de outro que tal com o nome de 'Gama'. Diz o autor que “Esta analyse foi feita no 3.º dia depois que appareceo no Público o Oriente; e se demorou até hoje a sua impressão por se metterem as Ferias dos Tribunaes, em que deveria ser censurada. Outrosim advertimos, que brevemente sahiráõ á luz outras brevissimas analyses sobre humas cousas, que se dérão ao Público com os nomes de Newton, e Meditação”. Opúsculo a juntar à bibliografia Camoeana.
Ainda em cadernos, o exemplar encontra-se apenas cosido com uma linha.